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Minhas Reflexões
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Equilíbrio
Pedro Liasch Filho

As nossas ações ou reações, inseparável e comedidamente, devem ser dotadas de emoção e razão. A emoção, a propósito, dependendo da origem, tanto nos pode causar alegria, como ansiedade. Se a alegria nos faz bem, promovendo-nos viva satisfação e bem-estar, a ansiedade pode nos fazer mal, levando-nos à depressão, à euforia, à dependência química, aos excessos de comida, etc. No entanto, ela pode nos fazer bem desde que entre em cena a razão, que, tanto pode convertê-la em trabalho, criatividade artística etc., quanto nos auxiliar na libertação da própria ansiedade.

Não é sem motivo que emoção e razão não não podem ser utilizadas separadamente, como também não devem ser adotadas desigualmente. Não se age com a razão para não violentar a emoção.  Mas também não se age com a emoção para não perder a razão. O bom senso nos aconselha, e a Bíblia nos alerta a que, perante os homens, e de modo notório, sejamos equilibrados: Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor (Fp 4.5).

Um dos frutos do Espírito é a temperança (Gl 5.23), que significa moderação ou domínio próprio. Quer isso dizer que o crente guiado pelo Espírito poderá dominar-se a si mesmo e controlar seus desejos e suas paixões. Ora, dominando-se a si próprio, poderá também ficar livre de muitos problemas cujo sofrimento é próprio da intemperança. “... Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio” (2Tm 1.7).

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