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Estudos Bíblicos
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A alameda da Comunhão
Pedro Liasch Filho

Não se esqueça de que só haverá plena comunhão dentro da igreja se fora dela estiverem o divisionismo, a acepção de pessoas, o ciúme, a inveja, o ressentimento, a vingança, a intolerância, a inimizade, a maledicência e o desamor. Assim será agradável viverem unidos os irmãos, pois na unidade da igreja está o poder de Deus, bem como a bênção e a vida para sempre.

Já essa união de crentes, à semelhança de uma avenida, que eu chamaria alameda da Comunhão, necessariamente terá de ser construída com frutos espirituais (conforme Gl 5.22-25), por exemplo, o recuo da Renúncia, o acostamento da Tolerância, o asfalto do Perdão, a calçada da Reconciliação, a guia da Consideração, a sinalização da Benevolência, a iluminação da Paz.

Nunca se vingue nem expresse desejo de vingança

A alameda da Comunhão é construída com o recuo da Renúncia.

“Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor” (Lv 19.18).

“Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo Senhor, e ele te livrará” (Pv 20.22).

“Sede todos [...] compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis. Não tornando mal por mal, ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo; sabendo que para isto fostes chamados, para que por herança alcanceis a bênção” (1Pe 3.8, 9).

“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21).

Nunca seja intolerante para com os irmãos nem para com ninguém

A alameda da Comunhão é construída com o acostamento da Tolerância.

“Rogo-vos, pois, eu, o preso do Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor...” (Ef 4.1,2).

“Sendo vós sensatos, de boa mente tolerais os insensatos” (2Co 11.19).

“Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos” (Rm 15.1).

Unido a Cristo, o crente “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (1Co 13.7).

Nunca deixe de perdoar

A alameda da Comunhão é construída com o asfalto do Perdão.

“Quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe as vossas ofensas” (Mc 11.25).

“Sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.32).

“Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.13; ARA).

Os maiores exemplos de perdão

“Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram [...] Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23.33, 34; ARA).

“E apedrejaram a Estêvão [...] E, pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. E, tendo dito isto, adormeceu” (At 7.59, 60).

Nunca se deixe levar por inimizades de nenhuma natureza

A alameda da Comunhão é construída com a calçada da Reconciliação.

“Se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24).

“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo” (Ef 4.26, 27)

“O ódio excita contendas, mas o amor cobre todas as transgressões” (Pv 10.12).

“Tudo provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deu o ministério da reconciliação, a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação” (2Co 5.18, 19; ARA).

Alguns exemplos de reconciliação:

“Esaú correu-lhe ao encontro, e abraçou-o, e lançou-se sobre o seu pescoço, e beijou-o; e choraram” (Gn 33.4).

“[José] beijou a todos os seus irmãos, e chorou sobre eles; e depois seus irmãos falaram com ele” (Gn 45.15).

Nunca acuse nem aceite acusação contra alguém

A alameda da Comunhão é construída com a guia da Consideração.

“Consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hb 10.24).

Irmãos, não falemos mal uns dos outros, “pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente” (1Pe 3.10,11; ARA).

“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Êx 20.16).

“Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo” (Lv 19.16).

“O difamador separa os maiores amigos” (Pv 16.28).

“Sem lenha, o fogo se apaga; e, não havendo maldizente, cessa a contenda” (Pv 26.20).

“Endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais” (Jo 8.10, 11).

“Agora é chegada a salvação [...] porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite” (Ap 12.10).

Nunca deixe de amar, inclusive aos inimigos

A alameda da Comunhão é construída com a sinalização da Benevolência.

“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem [...] Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis?” (Mt 5.43, 44, 46).

“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas” (Mt 22.37-40).

“A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei” (Rm 13.8).

“Sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados” (1Pe 4.8).

 “... a fim de, estando arraigados e fundados em amor, poderdes perfeitamente compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.17-19).

Se depender de você, viva em paz com todos os semelhantes

A alameda da Comunhão é construída com a iluminação da Paz.

“Segui a paz com todos, e a santificação...” (Hb 12.14)

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mt 5.9).

“Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros” (Mc 9.50).

“Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz” (Tg 3.18).

“Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18).

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz” (Jo 16.33).

“Ah! se tivesses dado ouvidos aos meus mandamentos, então seria a tua paz como o rio” (Is 48.18).

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