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A tragédia de Jonestown
Pedro Liasch Filho

Em 18 de novembro de 1978, o mundo ficou chocado com a notícia do genocídio de 913 pessoas, numa comunidade agrícola chamada Jonestown, distrito da Guiana, América do Sul. 813 daquelas pessoas foram envenenadas com cianeto, e as outras 100 mortas a tiro. O autor da façanha foi James Warren Jones (Jim Jones) (1931-1978), líder de uma seita religiosa denominada Templo do Povo, atualmente extinta. Depois da matança o próprio Jones e seus líderes também se suicidaram.

Pretendendo fazer uma rigorosa investigação sobre as denúncias de que Jim Jones vinha praticando métodos de tortura e escravidão psicológica nos seus seguidores, o congressista Leo Ryan, representante do Estado da Califórnia, em companhia de alguns jornalistas e parentes dos membros da seita, visitou Jonestown,  em 14 de novembro de 1978.

Na verdade, verificou que Jim Jones tinha criado uma corporação policial particular denominada anjos, encarregada de manter a rígida disciplina e o total controle da comunidade. Os seguidores da seita que não cumpriam as regras sofriam severas e regulares punições, como, por exemplo, trabalho forçado, es­pancamentos e sessões de catarse, um método de purificação mental.

Quando, porém, se ofereceu para levar de volta aos Estados Unidos aqueles que quises­sem abandonar Jonestown, Ryan, com três repórteres e um ex-membro da seita, ainda no aeroporto, fo­ram mortos a tiros quando subiam no avião. No entanto, alguns que já tinham embarcado, conseguiram fugir.

Percebendo o grande problema que representavam aqueles desertores, uma vez que certamente avisariam as autoridades americanas, Jim Jones imediatamente pôs em prática o sinistro plano de suicídio em massa, ao que chamaram de noite branca. Todos os seguidores da seita foram obrigados a tomar suco com cianeto. Só no dia seguinte, as autoridades guianenses foram ao local e ficaram sabendo da tragédia.

O Dicionário de Religiões, Crenças e Ocultismo, pg. 441, de George A. Mather & Larry A. Nichols, 2000, registra: O Templo do Povo foi fundado em 1953 por James Warren Jones (Jim Jones). O exuberante movimento era então chamado de Igreja e Comunida­de Unidade. Devido principalmente ao carisma de Jones e sua preocupação inicial com os pobres ur­banos, sua congregação, composta na maioria por negros, teve um crescimento significativo. Em 1965, o grupo mudou-se para Ukia, na Califórnia, e depois para São Francisco, em 1971.

Diante, porém, de graves e cres­centes acusações de que estava desviando dinheiro destinado à comunidade para suas contas particulares, Jones decidiu mudar o Templo do Povo para a Guiana, em 1977.

Dizem que James Warren Jones anteriormente fora um pastor dedicado e fiel às Escrituras, tendo freqüentado uma Es­cola Bíblica Pentecostal em Springfield, Missouri. Acredita-se que, ensoberbecido pela importância que lhe davam dentro da comunidade, cedendo assim às tentações do diabo, ele abandonou o ensino das Escrituras e o cristianismo ortodoxo, precipitando-se pelas veredas da heresia.

Considerando-se a si próprio superior a todos, ele passou a negar abertamente a divindade de Cristo e a autoridade da Bíblia. Depois, influenciado pelo socialismo, adotou a doutrina marxista, e a colocou em prática em Jonestown.

“... Alguma nação já trocou os seus deuses? E eles nem sequer são deuses! Mas o meu povo trocou a sua Glória por deuses inúteis. Espantem-se diante disso, ó céus! Fiquem horrorizados e abismados, diz o Senhor. O meu povo cometeu dois crimes: eles me abandonaram, a mim, a fonte de água viva; e cavaram as suas próprias cisternas, cisternas rachadas que não retêm água” (Jr 2.11-13). 

“O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada” (1Tm 4.1, 2).

“No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade” (2Pe 2.1, 2).

“... Tais homens são falsos apóstolos, obreiros enganosos, fingindo-se apóstolos de Cristo. Isto não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz. Portanto, não é surpresa que os seus servos finjam que são servos da justiça. O fim deles será o que as suas ações merecem” (2Co 11.13-15).

“O ensino deles alastra-se como câncer; entre eles estão Himeneu e Fileto. Estes se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição aconteceu, e assim a alguns pervertem a ” (2Tm 2.17, 18).

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