Home
Introdução
Artigos
Avivamento
Curiosidades
Estudos Bíblicos
Edificação
Igreja Pedra Viva
Jóias Raras
Minhas Reflexões
Ministério Cristão
Novas de Alegria
Seleções Notáveis
Fale Comigo
Recomende
teste
Artigos
Enviar para um amigo | Versão para impressão | Voltar |  Recomendar
A Inspiração Divina das Escrituras
Pedro Liasch Filho

Costumam os avivamentos promoverem uma revolução espiritual nas igrejas tradicionais, causando alegria e aceitação para alguns e espanto e rejeição para outros. Lembre-se, porém, de que os avivamentos, ocorridos no passado, e outros que esperamos ansiosamente venham a ocorrer no presente e no futuro, sempre foram e sempre deverão ser fundamentados nas Escrituras Sagradas.

Disse Jesus: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus”. A lei de Moisés dizia que se o marido morrer, não tendo filhos, seu irmão casará com a viúva para que suscite descendência ao falecido. Alguns saduceus, pensando colocar Jesus numa dificuldade teológica, argumentaram-lhe o seguinte: Se o marido, tendo sete irmãos, vir a morrer e morrerem também seus irmãos sucessivamente, tendo cada um deles casado com a referida mulher, e se esta finalmente também vier a falecer, de quem será ela esposa na ressurreição dos mortos?

A uma tão grande ignorância teológica dos saduceus, que de fato não poderia partir de uma seita judaica, ainda pertencente à aristocracia sacerdotal, Jesus reagiu censurando-os: “Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus. Porque na ressurreição não casam nem se dão em casamento; são, porém, como os anjos no céu” (Mt 22.29, 30).

Se por um lado, em todas as áreas da vida, erra-se por não se lhes conhecer as regras, na vida espiritual erra-se por não se conhecer as Escrituras Sagradas. É óbvio que em todos os casos ao erro seguem-se as suas conseqüências, que certamente nos trarão prejuízos.

Também no sentido espiritual tais prejuízos poderão ser irreparáveis. Diz a Bíblia quepor não terem conhecido a Jesus nem os ensinos dos profetas, os habitantes de Jerusalém e as suas autoridades, o condenaram” (At 13.27). Erraram por não conhecerem as Escrituras do Velho Testamento, que testificavam de Jesus (Jo 5.39).

Em Deuteronômio (8.3) lemos que Deus afligiu o povo de Israel no deserto, deixando-o passar fome para depois sustentá-lo com o maná que não conheciam a fim de lhes fazer entender que não é de pão que vive o homem mas de tudo o que sai da boca do Senhor. Portanto, o maior erro que alguém possa cometer é rejeitar a Palavra de Deus.

Alguém, comentando comigo, disse que não saberia dizer qual religião é verdadeira, mas achava que todas são boas, uma vez que todas elas falam em Deus. , eu lhe disse que há uma religião verdadeira, a saber, àquela que é fundamentada na verdade das Escrituras Sagradas, desde que, é claro, seja corretamente interpretada, uma vez que as Escrituras são frutos da inspiração divina.

Certo autor desconhecido, porém, inspirado por Deus, disse: A Bíblia contém a mente de Deus, o estado do homem, a alegria do crente e o caminho da salvação. Ela é luz para dirigir, alimento para sustentar e verdade para confortar. Seus ensinamentos são puros; seus preceitos, verdadeiros; suas histórias, realidades; suas decisões, inapeláveis.

A Bíblia é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado, a carta magna do cristão. Jesus Cristo é o seu grande assunto; o nosso bem-estar, o seu desígnio; a glória de Deus, o seu propósito.

Na Bíblia é restaurado o Paraíso, aberto o céu, e revelado a porta da eternidade. Ela há de preencher a mente, dominar o coração, e guiar os passos de quem quer que nela confie. Leia-a, para tornar-se sábio; creia-a, para ser salvo; siga-a, para ser puro.

Envolvendo a mais alta responsabilidade, a Bíblia recompensa o mais árduo trabalho. É o maior tesouro do mundo. Todavia, a todo aquele que zomba do seu precioso conteúdo, ela faz a mais severa advertência: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). 

Ora, o fundamento da religião não poderia ser outro, se não o fundamento da verdade. Toda e qualquer religião que não tenha, como base, a verdade, é falsa. Disse Rui Barbosa: Deus deixou para o homem três âncoras: o amor à pátria, o amor à liberdade, e o amor à verdade. Inestimável nos é a pátria, como também preciosa nos é a liberdade. Porém, acima de tudo está a verdade.

Damos a vida pela pátria, mas, às vezes deixamos a pátria pela liberdade. Ainda assim, renunciamos não a pátria como também a liberdade por causa da verdade. Porque este é o mais puro de todos os amores.

Os outros são da terra e do tempo. Este vem do céu e vai para a eternidade.

O Salmo 19. vs 7 e 8 revela que a Palavra de Deus é perfeita, reta, fiel e pura, portanto verdadeira; e por isso restaura a alma, dá sabedoria, ilumina os olhos e alegra o nosso coração. Razão pela qual toda a Escritura não poderia ter sido produzida de outra forma senão pela inspiração divina.

Ainda assim, muita gente, ignorando a Bíblia, não a como o Verbo Divino, a verdade eterna, a Palavra de Deus. Tenho, porém várias razões para acreditar piamente que as Escrituras Sagradas, inquestionavelmente são a expressão da verdade, inspirada por Deus. Quero lhes dar apenas e resumidamente quatro motivos: sua coerência histórica, suas profecias, a ressurreição de Cristo e o seu poder moral.

A Bíblia é única, exclusiva, excepcional, incomparável. Contendo 66 livros anexos, inclusos 39 no Velho e 27 no Novo Testamento, é o livro mais antigo do mundo. Coerente com sua própria história, a Bíblia foi escrita durante mais de 40 gerações, num período de mais de 1500 anos, por mais de 40 autores, um grupo heterogêneo de pessoas, de grande variedade de talento, de instrução, de gênio, oriundos de todas as camadas sociais, procedentes de três continentes: Ásia, África e Europa.

Envolvidos nas mais diferentes atividades, os autores da Bíblia foram reis, poetas, camponeses, filósofos, estadistas, pescadores e estudiosos: Moisés foi um líder político, formado nas universidades do Egito; Josué, um general de exército; Salomão, um rei; Neemias, um copeiro; Daniel, um primeiro-ministro; Amós, um boiadeiro; Mateus, um coletor de impostos; Lucas, um médico; Paulo, um rabino; Pedro, um pescador.

A Bíblia foi escrita em três idiomas: hebraico, grego e aramaico, sob diversas circunstâncias e condições e em diferentes lugares. Alguns a escreveram no auge da alegria; outros, porém, em desespero, numa profunda tristeza. Davi escreveu em épocas de guerra; Salomão, em tempo de paz; Moisés escreveu no deserto; Jeremias numa masmorra; Daniel, num palácio; Paulo, dentro de uma prisão; Lucas, enquanto viajava; e João, exilado na Ilha de Patmos.

Embora tenham vivido em lugares e épocas diferentes, separados alguns dos outros por centenas de anos e por centenas de quilômetros, bem como, não tendo podido comunicar-se uns com os outros, tornando-se impossível, entre eles, a existência de prévio acordo, nunca se contradisseram, reinando em seus escritos perfeita harmonia de sentimento. Dá-nos esse fato a entender que todos eles foram porta-vozes da divindade.

Se conseguíssemos reunir o mesmo número de autores, ainda que fossem da mesma geração, tivessem a mesma profissão, falassem a mesma língua e vivessem sob as mesmas circunstâncias político-sócio-econômicas, e pedíssemos a cada um deles que escrevessem um livro sobre o mesmo tema, com certeza teríamos uma reunião de obras contraditórias, com idéias, no todo, divergentes.

Só a Bíblia é incomparável. “Porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1.21).  Veja ainda 2Tm 3.16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”.


As provisões bíblicas

Na verdade, não será preciso que alguém se apresente como defensor das escrituras sagradas. Elas mesmas se encarregariam disso. Não há prova da veracidade da Bíblia mais eloqüente do que as próprias profecias bíblicas, pois nunca houve outro livro que registrasse, com tanta precisão, dezenas de profecias e seus respectivos cumprimentos.

As mais notáveis profecias bíblicas são as que se referem a Jesus Cristo, o Messias. Nenhum fundador de qualquer seita existente no mundo poderia identificar com precisão algum texto antigo que tenha predito em profecias especificamente o surgimento dele. O islamismo, por exemplo, não pode apontar nenhuma profecia a cerca da vinda de Maomé. No entanto as Escrituras, não só predissera a vinda, como também o ministério, a morte e a ressurreição de Cristo.

Cerca de 1300 anos antes de Cristo, a Bíblia não só predissera que o Messias deveria vir (Dt 18.15-18), como também vaticinara que Ele descenderia de Abraão (Gn 12. 3). Os evangelhos registram que Ele veio; e, no evangelho de Mateus (Mt 1.1, 17), diz que Ele é descendente de Abraão.

Outro fato impressionante é que, segundo Isaias, profeta maior do século sétimo a.C., o Messias deveria nascer de uma virgem (Is 7.14); Já Miquéias, dos anos 600 a.C, dissera que o nascimento de Jesus Cristo deveria ocorrer em Belém, uma cidade da Judéia (Mq 5.2). Ora, o Novo Testamento confirma que Ele nasceu de uma virgem, exatamente na cidade de Belém de Judá (Mt 1.18-25; e 2.4, 6).

Segundo a profecia bíblica, Cristo deveria pregar primeiro na Galiléia e em seu ministério deveria operar muitos milagres (Is 9.1, 2; e 35.5, 6). Se você abrir o Novo Testamento, em Mateus (4.12, 17), e João (3.2), verá literalmente o cumprimento destas profecias. Você sabia que a própria traição e o arrependimento de Judas Iscariotes foram fielmente previstos nas Escrituras do Antigo Testamento? Confira a profecia em Zacarias (11.12, 13), e veja o seu cumprimento em Mateus (27.1-10).

Algumas das mais impressionantes predições bíblicas são as que falam do sofrimento, da crucificação e da morte de Jesus Cristo. Leia atentamente Isaias 53 e o Salmo 22. O cumprimento destas profecias foi registrado em Mateus (27.30), e em Lucas (23.33-48). Não só as circunstâncias do seu sepultamento, como ainda as de sua ressurreição e ascensão foram também preditas no Novo Testamento. Compare Isaias (53.9) com Mateus (27.57, 60), e ainda o Salmo (16.9, 10) com Mateus (28.5) e Atos (1.9-11).

Jesus Cristo, quando ainda estava na terra, profetizou  dizendo que o templo de Jerusalém, reconstruído por Herodes seria totalmente destruído (Lc 21.5-24). Essa profecia realmente se cumpriu 37 anos depois, cabendo à própria história registrar o fato.

A mesma geração que ouvira dos próprios lábios de Jesus a terrível afirmação segundo a qual não ficaria pedra sobre pedra que não fosse derrubada do majestoso templo, presenciou estarrecida não só a destruição do templo, como também a ruína de toda a cidade de Jerusalém, no ano 70 da nossa era,  quando as tropas de Tito, imperador romano, invadiram a Palestina.

Assim, o registro incontestável do cumprimento das profecias constitui uma clara e insofismável evidência de que as Escrituras Sagradas são provenientes da inspiração divina.


A ressurreição de cristo

Um dos fatos mais impressionantes das profecias bíblicas, sem dúvida, é a que se refere à ressurreição de Cristo. Cumprindo-se inequivocamente, o fato não só foi aceito com alívio pelos seus discípulos e amigos, mas também foi tornado notório irrefutavelmente perante os seus inimigos. 

Diz a Bíblia (Mt 27.62-66) que, depois da morte de Jesus, “reuniram-se os principais sacerdotes e os fariseus e, dirigindo-se a Pilatos, disseram-lhe: Senhor, lembramo-nos de que aquele embusteiro, enquanto vivia, disse: Depois de três dias ressuscitarei. Ordena, pois, que o sepulcro seja guardado com segurança até ao terceiro dia, para não suceder que, vindo os discípulos, o roubem e depois digam ao povo: Ressuscitou dos mortos; e será o último embuste pior que o primeiro. Disse-lhes Pilatos: Aí tendes uma escolta; ide e guardai o sepulcro como bem vos parecer. Indo eles, montaram guarda ao sepulcro, selando a pedra e deixando ali a escolta”.

Lembre-se de que há somente três maneiras, pelas quais, o corpo de Cristo poderia ter sido removido do sepulcro: ou por seus inimigos, ou por seus amigos, ou por ele mesmo, como predissera aos seus discípulos (Mt 26.32).

Observe-se que se o corpo tivesse sido removido do sepulcro por seus inimigos, certamente o motivo seria expô-lo em público para afrontar os apóstolos, e convencê-los de que Jesus era impostor. Mas o corpo não foi exposto por eles, em nenhum momento, em lugar algum.

Por outro lado, os discípulos não teriam nenhuma razão para roubar o corpo de Cristo, uma vez que o cadáver não serviria para estabelecer a verdade de que ele teria ressuscitado. Pelo contrário, serviria de prova contra eles mesmos, razão pela qual, os discípulos jamais teriam motivo para subtrair o corpo do Amado Mestre.

Além disso, o sepultamento fora feito por ocasião da grande festa dos judeus – a Páscoa – quando Jerusalém estava cheia de gente, de todas as partes do mundo, e, ademais, uma guarda romana composta de sessenta homens fora destacada para, com toda a segurança, guardar o túmulo, cuja pedra que o tampava fora selada.

O selo era o símbolo da autoridade e do poder de Roma, razão pela qual a guarda romana fora destacada para proteger o selo. Se alguém tentasse mover a pedra da entrada do sepulcro violaria o selo, o que seria um crime contra Roma. Na verdade, ali fora enviada a guarda para evitar um suposto golpe por parte dos discípulos, e, por outro lado, a pedra fora selada para impedir que os guardas colaborassem na remoção do corpo.

Com efeito, não seria possível que o corpo de Jesus fosse roubado, nem pelos judeus, nem pelos discípulos, a não ser que os sessenta homens da guarda fossem tomados de sono ao mesmo tempo, mesmo estando sob o céu aberto. Isso também não seria possível, já que o castigo para quem abandonasse o posto, ou dormisse nele seria a morte. Assim, o medo de punições fazia com que os soldados dedicassem total atenção ao dever, especialmente nas vigílias da noite.

Ora, se o corpo de Jesus não fora removido do sepulcro por seus inimigos, nem tampouco por seus discípulos, certamente o fora por seu próprio poder, como ele mesmo havia predito em João (10.17, 18): “Eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la...”.

João Crisóstomo, arcebispo de Constantinopla, que viveu no século quarto (citado por Josh MacDowell, em Evidência Que Exige Um Veredito, 2000, pg 265), comentando a respeito da preocupação judaica para evitar que o corpo de Jesus fosse roubado do túmulo, Crisóstomo lembrou que se o sepulcro estivesse selado não ocorreria qualquer negócio escuso. De modo que a prova da ressurreição de Cristo tornou-se indiscutível, devido à providência dos principais sacerdotes e dos fariseus para que o túmulo fosse guardado com total segurança.

Pois, estando o sepulcro selado, não houve nenhum negócio suspeito. E conclui dizendo que, não tendo ocorrido qualquer negócio escuso, e mesmo assim o túmulo foi encontrado vazio, fica patente indiscutivelmente que Jesus ressuscitou. Observe-se que os principais sacerdotes e os fariseus, tomando a providência que tomaram, solicitando a guarda e selando a pedra, mesmo contra a própria vontade, acabaram ajudando a demonstrar a veracidade da ressurreição de Cristo.

Observe-se ainda, que depois das várias e distintas aparições de Jesus, atestando sua própria ressurreição (Jo 20; At 9; 1Co 15), houve uma grande e notória mudança de comportamento por parte dos discípulos, os quais, de desanimados e medrosos, de repente se tornaram corajosos e destemidos pregadores de Cristo. Começaram a pregar nas sinagogas, logo onde o Mestre, a menos de dois meses, tinha sido condenado pelos judeus (Mc 16. 20; At 9.20).

Mesmo sabendo que, pregando a Cristo, poderiam ter o mesmo fim que ele tivera, não deixaram de falar da ressurreição do Senhor (At 2.22-36), já que tinham convicção de que Jesus ressuscitara. Assim, a prova incontestável da ressurreição de Jesus também constitui uma clara e indiscutível evidência de que as Escrituras Sagradas são frutos da inspiração divina, uma vez que elas profetizaram a respeito da ressurreição.


O poder moral das escrituras

Outra
prova que não se pode negar de que a Bíblia provém da inspiração divina, é o seu poder moral. As Escrituras Sagradas são transparentemente claras a respeito do pecado. Observe-se que as biografias, escritas hoje em dia, procuram esconder, omitir ou ignorar o lado ruim dos biografados. Os  maiores gênios da literatura, os mais destacados políticos e os grandes nomes da ciência, por exemplo, são retratados como se nada tivessem que os desabonasse; são apresentados como verdadeiros santos.

A Bíblia, porém, não esconde a verdade. Ela denuncia o pecado do povo (Dt 9.24); ela descobre as falhas dos patriarcas (Gn 12 e 49); ela revela as faltas dos apóstolos (Mt 26.56; Mc 14.66-72); ela demonstra as desordens ou desvios ocorridos na igreja (1Co 1; Ap 3.); ela também descreve o pecado de reis e profetas (2Sm 11 e 12, e Jr 23). A bíblia é o retrato fiel da verdade, pois é a Palavra de Deus.

A Bíblia, na verdade, exerce extraordinário poder moral sobre o coração humano. Conta-se que Osvald Smith, um dos mais destacados servos de Deus do século XX, pastor por longos anos da Igreja do Povo, no Canadá, quando se converteu, ainda jovem, recebeu uma Bíblia de presente. Tomando-a nas mãos observou que na primeira página em branco estava escrito: Ou este livro te separará do pecado; ou o pecado te separará deste livro.

A Bíblia, demais disso, nunca recebeu bom tratamento por parte dos homens imorais. É o único livro, cuja autoridade moral tem sido sistematicamente rejeitada pelos incrédulos, por exemplo, pelos perversos, macumbeiros, adúlteros, homicidas, iracundos, inimigos do bem. Ora, se é somente essa classe de pessoas que rejeita a Bíblia, é porque, tendo sido inspirada por Deus, ela é divina, perfeita e boa.

Em toda a parte, porém, onde este livro tem sido aceito e obedecido, os efeitos benéficos de progresso, transformação, confiança, reverência e felicidade têm sido observados. É como a árvore mencionada por Jesus, que é conhecida pelos seus frutos.

Constituindo-se esse livro santo a base fundamental das doutrinas evangélicas, torna-se por isso mesmo o firme fundamento da nossa . Em Isaias (8.19, 20), lemos: “Não recorrerá um povo ao seu Deus, à Lei e ao Testemunho? Se eles não falarem conforme esta palavra nunca verão a alva”.

Finalmente, se até hoje, passados mais de 3.400 anos, ninguém conseguiu apresentar a menor evidência contra a inspiração divina das Escrituras, é porque elas são verdadeiramente confiáveis. Louvemos a Deus pela liberdade de podermos usufruir os maravilhosos ensinamentos da Bíblia.

Enviar para um amigo | Versão para impressão | Voltar |  Recomendar