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As sete maravilhas do mundo
Pedro Liasch Filho

Consideram-se como maravilhas do mundo, desde a antiguidade, sete monumentos de várias regiões, tidos como os mais grandiosos daquela civilização. Segundo um artigo publicado no antigo Almanaque do Pensamento, tal seleção surgia como algo digno de registro desde a época de Alexandre. E sua descrição foi realizada na obra De Sptem Orbis Miraculis, publicada no século II antes de Cristo.

No entanto, outros monumentos extraordinários, dignos de serem relacionados poderiam ser acrescentados. Com certeza constituiriam outras maravilhas que poderiam representar algumas das velhas civilizações. As sete maravilhas do mundo antigo foram as seguintes:

1ª – As Pirâmides do Egito. As mais célebres foram Cheóps, Chefrém e Micherinos, erguidas na planície de Gizé pelos faraós da IV dinastia, durante o chamado antigo Império.

2a – O Templo de Diana, filha de Júpiter, erguido em Éfeso, Grécia antiga. Construído durante 220 anos, o monumento tinha 127 colunas, com mais de 20 metros de altura, revestidas de mármore persa, e media 67 x 130 metros. Segundo o escritor romano Plínio, trabalharam na construção do Templo de Diana os mais famosos artistas da época. Foi incendiado por Eróstrato, no ano de 956.

3a – O Sepulcro de Maosolo, sátrapa de Caria, erguido em Harlicarnasso por sua esposa Artemisa.

4a – Os Jardins Suspensos da Babilônia, a cidade mais poderosa do mundo antigo.

Sondando suas ruínas em ambas as margens do rio Eufrates, desde 1899 até 1913, Robert Koldewey descobriu as ruínas de uma área quadrangular, composta de criptas abobadadas ou sótãos reforçados com arcos de ladrilhos, e coberto de terras e escombros. Essas ruínas, concluíra, eram os restos da estrutura dos famosos jardins suspensos.

5a – A grande Estátua de Júpiter, esculpida por Fídia no templo de Olímpia.

6a – O Farol de Alexandria. Era uma torre elevada, feita de mármore branco, com cerca de 135 metros de altura, construída por ordem de Ptolomeu Filadelfo, na Ilha de Pharos, que se ligava à cidade por um paredão, erigido no delta do rio Nilo.

7a – O Colosso de Rodes. Era uma gigantesca estátua de Apolo, que segundo a mitologia grega era irmão gêmeo de Diana, filho de Júpiter e de Latona. Era o deus da música, da poesia, da eloqüência, da medicina, dos augúrios e das artes. A estátua de Apolo foi erguida à entrada do porto de Rodes, no mar Egeu. Esse monumento foi destruído por um terremoto no ano de 222.

Das sete maravilhas do mundo antigo, apenas as pirâmides, ainda praticamente intactas, falam pelo velho Egito; as outras desapareceram no tempo, ficando apenas suas ruínas a testificar de uma grandiosidade do mundo antigo. O que ficou, porém, são apenas vestígios de um passado de glória.

Na verdade, tudo passa. Segundo a Bíblia (Sl 90.10), “tudo passa rapidamente”. Diz o apóstolo do amor que o mundo passa (Jo 2.17). Jesus disse que o céu e a terra passarão (Mt 24.35).

De fato, a pujança de Babilônia, de cuja glória constavam os jardins suspensos, a 4a maravilha do mundo, passou. Passou para cumprir as profecias de Isaías (13.22), e Jeremias (51.37) respectivamente: “As hienas uivarão em suas fortalezas, e os chacais em seus luxuosos palácios. O tempo dela está terminando, e os seus dias não serão prolongados”. “A Babilônia se tornará um amontoado de ruínas, uma habitação de chacais, objeto de pavor e de zombaria, um lugar onde ninguém vive”.

“No princípio firmaste os fundamentos da terra, e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permanecerás; envelhecerão como vestimentas. Como roupas tu os trocarás e serão jogados fora. Mas tu permaneces o mesmo, e os teus dias jamais terão fim” (Sl 102.25-27).

“Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras jamais passarão” (Mt 24.35).

Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus” (Sl 90.2).

“Estou editando um decreto para que em todos os domínios do império os homens temam e reverenciem o Deus de Daniel. Pois ele é o Deus vivo e permanece para sempre; o seu reino não será destruído, o seu domínio jamais acabará” (Dn 6.26).

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