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Uma incrível tarefa do subconsciente
Pedro Liasch Filho

O caso que lhes contarei agora é realmente incrível, mas absolutamente verídico. Aconteceu em 1984 com uma senhora, viúva, na época com 54 anos de idade, a quem chamaremos de Jacira. Ela morava com a filha Belisa, numa vila da cidade de Londrina, Paraná.

Ela tinha notado durante algumas semanas que o quintal da casa dela estava bastante sujo, com muita erva daninha, e que, não era sem tempo, precisava urgente de uma boa limpeza. , durante uns dois dias, ela procurou por alguém que pudesse fazer o serviço, mas não encontrou ninguém. Isso a deixou bastante preocupada, uma vez que, com o crescimento do mato, proliferava também os insetos, e alguns répteis começavam a invadir a casa.

Num certo dia de manhã, até que enfim, ela encontrou um trabalhador ambulante e o contratou para fazer o serviço. Ele viria logo depois do almoço, carpiria todo o quintal e faria uma limpeza geral. À vista disso, dona Jacira, não apressou o almoço, mas também logo depois de terem almoçado arrumou logo a cozinha para que, durante toda a tarde, sua atenção estivesse voltada apenas na limpeza do quintal.

Mas o tempo passa e o ambulante não aparece. Deram duas horas, três, quatro, e nada. Dona Jacira, preocupada e nervosa, pensou que se ele não chegasse logo, não daria tempo nem de carpir todo o quintal, nem de fazer a limpeza. Depois de algum tempo, tendo andado de um lado para outro, ela sai no portão e olha para os dois lados da rua, e nada de ambulante.

E o tempo passa. Deram cinco horas, deram seis, e nada. E veio a noite. Não é preciso dizer nada mais a respeito da angústia, da frustração e do nervosismo que tomaram conta da dona Jacira, e também da filha, esta mais preocupada com a mãe do que com o mato do quintal. Afinal, o que poderiam fazer? Nada. O dia tinha acabado. lhes restava pensar em cuidar da janta, jantar e dormir. Foi o que elas fizeram.

pelas 22,30 horas mais ou menos foram dormir. Ambas mãe e filha dormiam na mesma cama. Belisa logo pegou no sono. Enquanto isso, dona Jacira, ainda frustrada com o furo do ambulante, e muito tensa, não conseguia dormir. mais tarde, vencida pelo cansaço, conseguiu conciliar o sono.

No entanto, pelas três da manhã, ela se levanta, coloca uma calça comprida, põe um par de sapatos fechados nos pés, sai, vai ao canto da casa e pega uma enxada, e começa a carpir o quintal. Enquanto isso a filha dorme tranqüilamente.

E, fora, dona Jacira continua carpindo, e trabalha sem parar até carpir o último de mato. Em seguida, deixando a enxada no lugar onde a encontrou, volta para o quarto, tira os sapatos, calça suas sandálias, e deita-se novamente. E quando começa a se ajeitar, a filha acorda. E, olhando para a mãe ao lado, acha estranho o fato dela estar dormindo de calça comprida e de sandálias. Ela não tinha se deitado assim.

, observando-a mais atentamente, que as pernas da calça da mãe estão sujas de terra. Então, fazendo uma coerente dedução, sai depressa para fora, e nota que o quintal está inteirinho carpido. bastante assustada volta para o quarto e começa a chacoalhar a mãe para acordá-la.

De fato, acordada, porém ainda bastante sonolenta dona Jacira diz à filha haver sonhado que estava carpindo o quintal. De pronto, Belisa, replicando, diz: mãe, não foi um sonho, na verdade, você carpiu todo o quintal.

O incrível da história é que ela fez isso dormindo. Não é sem razão que a estranha manifestação da dona Jacira viria deixar, como de fato deixou toda a família muito preocupada.

Tendo conversado com alguns amigos psiquiatras e psicólogos para saber se eles tinham conhecimento de fatos como este, e se para o qual existe uma explicação plausível, eles me disseram que nunca souberam de casos semelhantes. , quanto à explicação do fato, segundo alguns psiquiatras, o fenômeno pode ter sido provocado por um foco de disritmia cerebral, responsável por um quadro de sonambulismo, neste caso, uma espécie de sonambulismo profundo, em que o sonho, produto do subconsciente, acabou invadindo a realidade.

Em contra partida, alguns psicólogos acham que a intensa preocupação da dona Jacira, produzida por uma grande frustração, como a de não realizar uma expectativa fixada na mente para resolver o problema do quintal, ainda durante o sono poderia impedir um relaxamento pleno do organismo, ativando exageradamente o subconsciente, que, numa espécie de auto-hipnotismo, acabaria produzindo simultaneamente sonho e realidade.

No entanto, seja o que for, ou como for, a lição que nos confere este inusitado caso, é que o subconsciente, em verdade, pode nos guiar pelo bom Caminho, e ainda nos conduzir a uma realidade em Cristo Jesus. Basta que, diuturnamente, o alimentemos com a indispensável substância da Palavra de Deus.

Quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; e vos renoveis no espírito da vossa mente; e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4.22-24).

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca” (Lc 6.45).

“... Porque onde estiver o vosso tesouro, estará também o vosso coração”. (Mt 6.21).

“Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma...” (Dt 11.18).

“... E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”. Rm 12.2.

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