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As marcas de Deus
Pedro Liasch Filho

 

Conceba por instante, tão-somente a realidade mística que discretamente nos rodeia, como, por exemplo, a doce canção dos pássaros e o desabrochar olente das flores...

Pense na quietude austera do deserto árido e no refrigério vivificante das fontes cris­talinas...

Observe-se o ribombar majestoso do trovão, a sedução cromática do arco-ires e o aroma suave da brisa amena...

Medite no murmurar plangente do rio pequeno; na mansidão silente dos lagos claros; no ressoar choroso das cachoeiras rudes; e no encanto perene das ondas do mar...

Analise o canto tris­te das cigarras, a magnitude soberana do crepúscu­lo, o cintilar fascinante das estrelas e a sabedoria inal­terável da natureza...

Imagine a fantasia dolente dos acordes musicais; a vibração enigmática da alma pelo ser ama­do; a pureza divinal do amor de mãe; a simplicidade arguta da criança; a perspicácia ingênua do homem velho; e a maravilha singular do ser humano...

Considere tudo isso, ao mesmo tempo em que, num momento de , olhando a fito para o calvário, onde, numa rude cruz, o Cordeiro de Deus foi sacrificado por nós, você haverá de constatar inequivocamente não as marcas indeléveis do Criador, como também concluirá convictamente que Deus é amor, e constitui, por isso mesmo, por meio de Jesus Cristo, o remédio peculiar para todos os males que lhe afligem o corpo, a mente e o espírito. Louvado seja Deus.

“Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos” (Sl 19.1).

“As obras das suas mãos são fiéis e justas; todos os seus preceitos merecem confiança. Estão firmes para sempre, estabelecidos com fidelidade e retidão” (Sl 111.7).

 “Sê exaltado, ó Deus, acima dos céus; estenda-se a tua glória sobre toda a terra” (Sl 108.5).

Quando ele estabeleceu os céus, estava eu; quando traçou o horizonte sobre a superfície do abismo, quando colocou as nuvens em cima e estabeleceu as fontes do abismo, quando determinou as fronteiras do mar para que as águas não violassem a sua ordem, quando marcou os limites dos alicerces da terra, eu estava ao seu lado, e era o seu arquiteto; dia a dia eu era o seu prazer e me alegrava continuamente com a sua presença” (Pv 8. 27-30).

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