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O homem sábio e o menino malvado
Pedro Liasch Filho

 

Em um aldeia do Nepal, pequeno país da Ásia, encravado no Himalaia entre o Tibet e a Índia, havia um homem, a quem chamavam de Sadu Karin. Era um Lama tibetano, muito inteligente, dotado de profunda psicologia e de um grande conhecimento humano. Por isso, na expectativa de que teria a resposta para a solução de seus problemas, muita gente o procurava todos os dias. Dizem que todos voltavam satisfeitos, pois o homem era realmente entendido dos problemas humanos.

Num certo dia, juntamente com outras pessoas, aparece um menino de nome Jung, mal intencionado, que pretendia pôr à prova a sabedoria do Sadu. Planejou consultá-lo, tendo na mão um Tico-tico, um pássaro pequenino. Para provar se o homem era mesmo sábio, o menino tinha decidido perguntar-lhe, se o passarinho estava morto ou se estava vivo. Se ele respondesse que estava vivo, o menino o mataria apertando-o, e o apresentaria morto. Se, porém, dissesse que estava morto, ele o apresentaria vivo, assim deixando o homem que se dizia sábio, embaraçado diante dos demais consulentes.

, mantendo as mãos fechadas, atrás do corpo, ele se apresenta diante do venerado Sadu, que lhe diz: Menino, qual é o seu nome, e o que é que você deseja? Em tom irônico, o menino responde: Mestre, eu me chamo Jung. Eu imaginava que por sua imensa sabedoria soubesse qual é o meu desejo. que não o sabe, eis a questão: Eu tenho, na minha mão direita, um Tico-tico. O senhor pode me dizer se este passarinho está vivo, ou está morto?

Sadu Karin, coçando sua comprida barba ruiva, e fixando os próprios olhos no olhar sarcástico de Jung, e ainda passando a mão carinhosamente no queixo dele, diz: Filho, se o passarinho está vivo ou morto, depende de você!

Todos fizeram silêncio. E o menino, emudecido, meio envergonhado, ia se retirando quando Sadu Karin toca-lhe no ombro e, chamando-lhe a atenção, diz: Jung, pequeno homem, não se esqueça de que para ser grande, você precisa rejeitar o caminho do mal, ter a melhor intenção, tomar a melhor decisão e fazer a melhor escolha. Isso também depende de você.

A melhor das intenções: “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4.8).

A melhor escolha: “Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada” (Lc 10.42).

O melhor caminho: “Há caminho que ao homem parece direto, mas no final conduz à morte” (Pv 14.12). “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo 14.6).

A melhor decisão: “Assim, como diz o Espírito Santo: Hoje se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como no dia da tentação no deserto...” (Hb 3.7, 8). “... Agora é o tempo aceitável, agora é o dia da salvação” (2Co 6.2).

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