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Que farei de Jesus
Pedro Liasch Filho

 

Lembre-se de que no terreno espiritual não existe neutralidade. há duas possibilidades: Ou você anda no caminho de Cristo ou fora dele. Quando Jesus, perante Pilatos, estava sendo julgado, o vacilante governador romano, em cujas mãos estava o processo, não obstante considerar o Messias inocente, não o libertou. Primeiro porque tinha medo de contrariar a multidão enfurecida e, segundo, porque temia que pudesse desagradar a seu superior, o imperador César.

Então tomando uma decisão inusitada, bem assim fugindo a tão grande responsabilidade, fez a famosa interrogação: “Que farei de Jesus?” (Mt 27.22). Que fará você de Jesus? há uma opção: Receber ou rejeitá-lo. Eis a questão.

Logo que Jesus nasceu, Herodes decidiu matá-lo (Mt 2.13). Os sábios do Oriente decidiram ir a Belém para adorar a Jesus quando de seu nascimento (Mt 2.11). Depois, alguns judeus enraivecidos decidiram apedrejá-lo (Jo 8.59). Pedro, em um momento de fraqueza, decidiu negá-lo (Mc 14.70). Judas Iscariotes, vencido pela ambição do dinheiro, decidiu vendê-lo por trinta moedas de prata (Mt 26.14-16). A nação israelita, escandalizada pela anunciação de um Messias sofredor, decidiu rejeitá-lo (Jo 1.10).

Ou se segue a Jesus, ou se rejeita. Ele mesmo disse: “Quem não é por mim, é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha” (Mt 12.30). Na verdade, não existe meio-termo. Ou se está salvo, ou se está perdido.

Segundo a Bíblia, há duas classes de pessoas: a congregação dos salvos em Cristo, e a classe dos perdidos sem Ele. Ficou esta verdade bem distinta por ocasião das provisões divinas proferidas por Moisés: “Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e apegando-te a ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade” (Dt 30.19-20).

Em Mateus 7.14, 15, Jesus deixou claro que existem duas possibilidades: ou se segue pelo caminho espaçoso que conduz para a perdição, ou se anda no caminho estreito que norteia para a vida. Escolha, pois, a vida, agora, para que possa viver hoje, amanhã e sempre.

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