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Novas de Alegria
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Só uma fita branca?
Pedro Liasch Filho

 

Li, de um folheto antigo, de autor desconhecido, o caso do moço Irineu, filho de pais cristãos, temente a Deus. Ele desviou-se do caminho de tal maneira, que acabou tornando-se um criminoso, razão pela qual fora condenado a vários anos de reclusão. Cumprida a pena, porém, já em liberdade novamente, mas arrependido pelo que fizera, resolveu voltar para a casa dos pais, que ficava próxima de uma pequena cidade do interior. Mas a dúvida de que pudesse vir a ser perdoado pelos pais, o atormentava, uma vez que os havia desonrado vergonhosamente.

No trem, um companheiro de viagem de nome Nilo, observando que o jovem estava muito nervoso e abatido, perguntou-lhe qual era o motivo da preocupação. Então, o rapaz, contando toda a história, disse que tinha escrito uma carta para os pais pedindo perdão, mas tinha medo de que eles não o perdoassem.

Esclareceu também que tinha pedido aos pais que mostrassem um sinal, por exemplo, que amarrassem uma fita branca numa árvore que fica no quintal da casa, em cujo fundo passaria o trem. Se ele visse o sinal, desceria na próxima estação e voltaria para o lar; do contrário, continuaria a viagem.

Receoso de não ver a fita na árvore, disse ao Nilo que não tinha coragem de olhar pela janela do trem. Aí o amigo, acalmando-o, disse que olharia por ele para observar o referido sinal. Logo o trem, diminuindo a velocidade, aproximou-se do sítio. De repente o colega de viagem gritou: Irineu olhe, depressa, venha ver: a árvore está cheia de fitas brancas. Já não restava mais nenhuma dúvida. O filho seria recebido pelos pais com a maior alegria.

“Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15.7) Assim também deve transbordar o amor da igreja face ao arrependimento e à reconciliação de qualquer membro faltoso.

“E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou” (Lc 15.20).

 “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1Jo 1.9).

 Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.32).

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