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Novas de Alegria
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Alguém poderia pagar uma dívida tão grande?
Pedro Liasch Filho

 

O antigo imperador da Rússia, designado Czar, tinha o costume de se misturar com o povo disfarçadamente, a fim de ouvir o que se dizia a respeito do governo e de outros assuntos.

Certa noite, num determinado disfarce, ele visitou as barracas do exército, escutando atentamente as conversas dos soldados. Passando por uma delas, observou que um jovem soldado estava debruçado numa mesa, dormindo um sono tão pesado que, mesmo com o barulho dos passos do Czar, não acordou.

Aproximando-se por trás da cadeira, olhou por cima dos ombros do oficial e viu com espanto que ele estava segurando um revolver. Observou também que, ao lado da arma, estava uma folha de papel constando uma longa lista de dívidas de jogo. Depois de notar o total dos débitos, viu também uma frase escrita abaixo que dizia: Quem poderia pagar uma dívida tão grande?

Logo percebeu o imperador que o jovem soldado tinha perdido no jogo grande soma de dinheiro, e jamais poderia pagá-la. Por isso decidira se suicidar. Embora tenha adormecido logo depois de escrever a dita frase, certamente ao acordar acabaria com a própria vida.

De início, o Czar pensou em chamar o soldado ao palácio. Depois, no entanto, temendo que isso poderia ser tarde demais, uma vez que o rapaz já poderia ter levado avante sua estrema intenção, mudou de idéia. Pegou a caneta que havia caído da mão do moço, mergulhou-a na tinta, e, olhando de novo para a pergunta, quem poderia pagar uma dívida tão grande, curvou-se e escreveu em baixo e com letras maiores: Alexander, o imperador. Em seguida, retirou-se de mansinho.

De repente, o jovem soldado acordou, pegou o revolver, e, enquanto olhava pela última vez para a relação de suas dívidas, apontou vagarosamente para a sua fronte a fim de apertar o gatilho. Mas de relance observou que havia uma outra frase no papel. Estranhando o fato, deteve-se e, olhando atentamente para a frase, leu: Alexander, o imperador.

Ficou tão espantado que deixou cair o revolver da mão. Leu de novo a estranha escrita e reconheceu que, de fato, a caligrafia era do imperador. E lembrando-se de que o Czar tinha o costume de se misturar com o povo disfarçadamente, ficou absolutamente certo de que ele estivera ali.

Em seguida, com grande alegria, falando em voz alta para todos ouvirem, saiu repetindo: Quem poderia pagar uma dívida tão grande? Alexander, o imperador.

O melhor da história é que no dia seguinte chegou ao quartel um mensageiro do Czar trazendo um envelope endereçado àquele soldado, contendo uma quantia em dinheiro plenamente suficiente para pagar todas as suas dívidas. Era a confirmação de uma promessa que salvou a sua vida de uma grande tragédia.

O homem também tem acumulado uma dívida tão grande para com Deus, que jamais poderia pagá-la. A dívida do seu pecado. Com efeito, a consciência desse pecado, despertada pelo Espírito Santo, o fará, se já não o fez, exclamar também: Alguém poderia pagar uma dívida tão grande? No entanto, já temos a resposta: Jesus. De fato, ele já pagou a nossa conta.

“... Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz” (Cl 2.14).

 “... O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos” (Mt 20.28).

 “... Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).

“... Porqueum Deus, e um Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo” (1Tm 2.5, 6).

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