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A fábula da borboleta
Pedro Liasch Filho

 

De acordo com uma antiga fábula, numa tarde ensolarada de verão, uma linda esverdeada, à beira do lago azul, estava tomando sol em cima de uma pedra lisa. Logo apareceu um pato com sua bela e rajada plumagem nadando silenciosamente no lago. Ao ver a , começou a espanejar e a dar profundos e longos mergulhos.

Tendo emergido do seu último mergulho, virou-se para a e disse: Dona , a senhora sabia que eu me converti em peixe? Viu como eu nado e mergulho maravilhosamente bem? A soltou uma tremenda gargalhada, e o pato fugiu assustado.

Algum tempo depois emergiu um peixe meio esquisito, de boca larga, conhecido como peixe voador. Tendo visto alguns insetos voando pouco acima da superfície da lagoa, começou a saltar para fora da água, a fim de caçá-los. Era tão eficiente em sua caçada, que em pouco tempo tinha apanhado muitos insetos.

De repente, vendo a se espreguiçando sobre a pedra lisa, foi logo lhe contando prosa: Sossegada , a senhora sabia que eu me converti em pássaro? Percebeu como eu consigo voar e apanhar insetos? Novamente a se desfez em risadas. E o peixe voador, espantado, arregalando seus olhos escuros, mergulhou na lagoa e desapareceu.

Nesse instante, a serena levanta sua cabecinha, e, em tom de censura, começa a arrazoar consigo mesma: Tolos, grandes tolos, tanto o pato mergulhador como o peixe voador. porque o peixe consegue dar alguns saltos para fora da água pensa que é um pássaro? E o pato, porque consegue espanejar dentro da água e dar longos mergulhos acha que se transformou em peixe? E, com ironia, tornou a dar largas risadas.

Em seguida, ainda raciocinando consigo mesma, a sábia levanta uma de suas delicadas e pequeninas patas, e, apontando para uma linda borboleta que esvoaçava por entre juncos, exclama impressionada: Essa, sim, é que é uma nova criatura que se transformou e verdadeiramente se converteu. Eu a conheci quando ainda era uma asquerosa larva, que se arrastava pelo chão, dando-me nojo até de olhar para ela.

E, prosseguindo, emocionada lembra a judiciosa que na noite anterior estava presente quando a larva se convertera em borboleta. E desde então continuou a observá-la, nunca deixando de notar sua tremenda metamorfose.

Lembra ainda que antigamente a borboleta era tão feia que dava desgosto; agora é formosura plena. E diz com admiração: Antes, se alimentava de imundícies; agora, liba o néctar das flores, o mel puríssimo. Noutro tempo, rastejava-se pela terra; agora, em vôos coreográficos, se eleva aos céus da lagoa azul. Que mudança! Que transformação. Isso é que é metamorfose.

De fato, revela-nos a Palavra, o termo conversão significa despojar-se do velho homem com os seus estigmas e mazelas, e revestir-se do novo homem, que se renova para o conhecimento de Cristo (Cl 3.9, 10). “Assim é, que se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5.17).

no tocante ao homem natural e ao crente carnal, isto é, aquele que vive ou passa a viver conforme a natureza humana, Paulo afirma que nada de bom habita nele, pois mesmo tendo o desejo de fazer o que é bom, não consegue realizá-lo. O que faz não é o bem que deseja fazer; e o mal que não quer fazer, esse ele continua fazendo. Esclarece, porém, que se ele faz o que não quer, não é ele quem o faz, mas o pecado que habita nele (Rm 7).

No entanto, a Bíblia diz que se confessarmos os nossos pecados, Deus é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos tornar puros de toda injustiça, uma vez que o sangue de Jesus Cristo, vertido na cruz, nos purifica de todo pecado. (1Jo 1.9). Assim, não satisfaremos aos desejos da natureza humana, pois vivendo no Espírito, andaremos também no Espírito (Gl 5.16, 25).

 Mas todos nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor” (2Co 3.18).

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