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Avivamento
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A alegria da restauração
Pedro Liasch Filho

 

Conta-se que, ao tempo de Carlos Finney, um grande movimento do Espírito se alastrava por toda a Inglaterra. Era o poder de Deus, não só reavivando igrejas, mas também salvando milhares de pessoas. Muitas igrejas, no entanto, relutavam em aderir a esse movimento do Espírito, talvez porque não quisessem remover as barreiras do pecado, contidas em seu próprio seio.

Certo domingo de manhã, porém, numa dessas igrejas, durante a Escola Dominical, um professor de uma das classes, muito querido e respeitado por todos, não só porque era líder na congregação, mas porque também era advogado, levantou-se e, interrompendo a pregação, pediu ao pastor a palavra, alegando que tinha um assunto muito importante para falar à igreja.

O pastor, ainda confuso por tão inusitada situação, pediu que o ilustre professor fosse à frente e falasse o que tinha para falar, se é que era mesmo algo tão importante a ponto de interromper o sermão. Então, cabisbaixo, o advogado caminhou vagarosamente até a  frente da plataforma, e virando-se para o público, já com a voz meio embargada, disse com firmeza:

Eu sei que vocês sempre tiveram uma boa idéia a meu respeito. Quero que saibam, entretanto, que eu não sou e nunca fui o que vocês pensavam que eu fosse. Tenho me esforçado por longo tempo para esconder a minha verdadeira identidade religiosa. Creio que chegou a hora de revelar tudo.

E continuou: O fato é que tendo sido incomodado por Deus, não dá mais para resistir. Preciso lhes dizer toda a verdade. E a verdade é que durante esse período em que vocês me deram respeito e carinho, eu tenho sido uma farsa, pois em todo esse tempo tenho vivido em adultério.

Ao tempo em que um silêncio profundo tomava conta de toda a congregação, o professor começou a chorar inconsolavelmente. De repente outras pessoas, homens, mulheres e crianças, também em pranto, movimentando-se no auditório, pediam perdão uns aos outros.

Alguns adultos, arrependidos, confessavam o mesmo erro cometido pelo advogado. Então toda a igreja, tomada pela convicção de seus pecados, chorava compungidamente. O fato é que o avivamento acabava de chegar também àquela congregação.

Embora os crentes carnais contumazes vivam entristecendo o Espírito Santo (Ef 4.30), podendo acabar por extingui-lo (1Ts 5.19), saiba que, assistindo-nos em nossas fraquezas, e intercedendo por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26), o Espírito nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

“Portanto, como diz o Espírito Santo: Se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais os vossos corações...” (Hb 3.7, 8).

 Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus repreende; não desprezes, pois, a correção do Todo-Poderoso” (Jó 5.17).

“... E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (2Cr 7.14).

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (1Jo 1.9).

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