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As labaredas do ciúme
Pedro Liasch Filho

 

“... Dois homens, chamados Eldade e Medade, tinham ficado no acampamento. Ambos estavam na lista das autoridades, mas não tinham ido para a Tenda. O Espírito também veio sobre eles, e profetizaram no acampamento. Então, certo jovem correu e contou a Moisés: Eldade e Medade estão profetizando no acampamento. Josué, filho de Num, que desde jovem era auxiliar de Moisés, interferiu e disse: Moisés, meu senhor, proíba-os! Mas Moisés respondeu: Você está com ciúmes por mim? Quem dera todo o povo do Senhor fosse profeta e que o Senhor pusesse o seu Espírito sobre eles”! Nm 11.27-29.

Depois da morte do gigante Golias e da vitória israelita sobre os filisteus, toda a glória que deveria recair sobre o reino de Saul, na verdade veio sobre Davi. “As mulheres dançavam e cantavam: Saul matou milhares, e Davi, dezenas de milhares” (1Sm 18.7).

Diz o texto (verso 8) que Saul ficou indignado com aquela manifestação, principalmente com as declarações de que Davi tinha ferido dez milhares, e Saul, apenas mil. Tomado de ciúmes por seu reino, Saul começou a perseguir a Davi, até que finalmente teve que lhe entregar o trono.

Significando zelo doentio por aquilo que nos pertence, ou receio de perder algo que nos é caro, o ciúme às vezes é confundido com a inveja. Há porém uma diferença. Temos ciúme do que é nosso, e inveja do que é dos outros.

Se o ciúme possessivo escraviza, o amor fraternal liberta. Enquanto o ciúme é mais cruel que a sepultura, o amor é mais forte que a morte. “Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre o teu braço, porque o amor é forte como a morte, e duro como a sepultura o ciúme; as suas brasas são brasas de fogo, com veementes labaredas” (Ct 8.6).

O ciúme excita o furor (Pv 6.34), mas o amor cobre todas as transgressões (Pv 10.12). Se por um lado o ciúme é fruto da carne (Gl 5.20), por outro, o amor é fruto do Espírito (Gl 5.22). Enquanto o ciúme tira a vida, o amor vivifica. O amor não arde em ciúmes (1Co 13.4).

A Palavra de Deus diz que havendo entre nós ciúmes e contendas, revelamos que somos carnais andando segundo o homem (1Co 3.3). Vivamos sob a brisa do amor para não sermos consumidos pelas labaredas do ciúme.

Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas... Vos declaro, como antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deu” (Gl 5.19-21).

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